Principal
Biografia
Obras
Crônicas
Notícias
Poesias
Lançamentos
Depoimentos
Oficina
Entrevista
Contato

Designer  Daniel Miranda


020390
  Bem-vindo ao Site do Escritor Alcy Cheuiche

"Entre o Sena e o Guaíba" lançado na França

Livro reúne 87 contos de alunos da Oficina de Criação Literária do escritor Alcy Cheuiche

O livro "Entre o Sena e o Guaíba" foi lançado nesta terça-feira (15/11/2011), às 17h, em Paris, na sede da Aliança Francesa. A obra, escrita por 29 alunos da Oficina de Criação Literária Alcy Cheuiche, já foi apresentada ao público em Porto Alegre, na programação oficial da 57ª Feira do Livro.

Ao todo, são 87 contos (três de cada autor) que ligam as duas cidades através da literatura e dos seus dois grandes símbolos: os rios Sena e Guaíba. Para Cheuiche, o objetivo do livro, editado em português e em francês, é apresentar Paris aos habitantes de Porto Alegre e Porto Alegre aos habitantes de Paris.

“Uma tremenda ousadia? Talvez. Mas não procuramos, em nenhum momento, comparar as duas cidades. Deixamos que os nossos personagens caminhassem por suas ruas, convivessem com suas belezas arquitetônicas e naturais, transmitissem, em cada uma delas, o pulsar da vida”, resume o escritor e tradutor, patrono da 52ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre. Entre os 29 escritores, metade é formada por bancários e os demais são de diversas profissões.

Fonte: Correio do Povo

 

Alcy Cheuiche define novo livro como “acerto de dívidas”

Ex-patrono da Feira do Livro autografa "Com Sabor de Terra" nesta quinta-feira
 
A amabilidade e o gosto pela boa literatura são características do ex-patrono da Feira do Livro de Porto Alegre Alcy Cheuiche. No dia 10/11/2011, esteve no evento com duas obras: "Com Sabor de Terra" (L&PM), livro de crônicas que teve sessão de autógrafos, às 19h30min, na Praça Central, e a obra bilíngue francês-português "Entre o Sena e o Guaíba", com debate às 16h, na Sala dos Jacarandás do Memorial RS, e autógrafos, às 18h no Térreo do Memorial RS.

O livro de crônicas é definido por Cheuiche como o pagamento de uma dívida com pessoas como Erico Verissimo, a esposa, Mafalda Verissimo, Jayme Caetano Braum, Mozart Pereira Soares e Mario Quintana, que o ajudaram no início da carreira.

"O Quintana era conterrâneo de Alegrete e abriu caminhos para jovens escritores como eu e o Sérgio Faraco”. A obra mostra as crônicas de gratidão também com os grandes autores franceses ou radicados na França, como Jean-Paul Sartre, André Malraux e Ernest Hemingway, pois Cheuiche morou e estudou em Paris nos anos 60.

O segundo lançamento na Feira tem a ver com Paris. “Entre o Sena e o Guaíba” reúne contos, que apresentam Porto Alegre a Paris e vice-versa, de 29 alunos de uma oficina de criação literária de Cheuiche. O debate sobre o tema, às 16h, na Sala dos Jacarandás, reuniu Cheuiche; o diretor da Aliança Francesa, Jacques Pétriment; o secretário Estadual de Cultura, Luiz Antonio de Assis Brasil; e a presidente da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal (APCEF/ RS), Célia Zingler. A obra terá lançamento em Paris, com a presença dos autores, no dia 15 de novembro, na sede da Aliança Francesa, às 17h, e faz parte da programação oficial da entidade.

Cheuiche ressalta que o objetivo do livro é apresentar Paris aos habitantes de Porto Alegre e o contrário. “A minha mente se universalizou quando conheci Paris e a literatura francesa. Vi Sartre pessoalmente fumando o seu cachimbo. Pude ler os grandes autores no original. Por isso, fizemos questão de fazer uma edição bilíngüe, com lançamento em Paris. Estou pagando uma outra dívida, esta com Paris, com estes 87 contos de 29 escritores das minhas oficinas”, ressalta Cheuiche, que é escritor e tradutor e foi patrono da 52ª Feira do Livro de Porto Alegre, em 2006.

Fonte: Correio do Povo
Foto: Mauro Schaeffer

 

Em seu novo livro de crônicas, Alcy Cheuiche evoca grandes personagens

Por L&PM Editores

Com sabor de terra é o novo livro de Alcy Cheuiche que agora chega às livrarias. Uma coletânea de crônicas que traz, na sua Parte I, "Gente da minha terra" como Erico e Mafalda Verissimo, Mario Quintana, Getulio Vargas, Cyro Martins e outros conterrâneos do autor. Na Parte II, Cheuiche evoca "Gente de outras terras" como Malraux e De Gaulle, Marguerite Yourcenar, Jean-Paul Sartre, Ernest Hemingway e Jacques Cousteau.

Sua palavra fluía como um rio. Tinha remansos e cachoeiras. Falava da terra dos homens e se projetava no espaço infinito. Ele costumava dizer que era feliz por ter nascido no planeta Terra: "o único sistema solar que esgota as nuances do azul, que sabe vestir todos os tons do verde, do vermelho e do amarelo". (Da crônica "Moacir Santana", Parte I de Com sabor de terra)

Grandes nomes e personagens gaúchos são trazidos e levados pela corrente de consciência de Alcy, que inicia com “Gente da minha terra”, onde reverencia Erico e Mafalda Verissimo, Cyro Martins, Mozart Pereira Soares, Mario Quintana, João da Cunha Vargas e outros que viveram, escreveram e recriaram este mundo mágico, chegando até o “homem bom” Elvo Clemente e Eva Sopher, cujas mãos ressuscitaram o Theatro São Pedro. Trabalhando no espaço mítico e mágico do Pampa, mas sempre com dimensão universal, Alcy reverencia em “Gente de outras terras” Ernest Hemingway, Jacques Cousteau, De Gaulle, Malraux, Marguerite Yourcenar, Jean-Paul Sartre e, principalmente, Paris: “cidade universal, acalanto de visitantes e refugiados de todas as pátrias”, onde foi buscar a chama votiva da sua admiração pela liberdade e o amor à arte e à literatura. Grande parte de sua trajetória é revelada nestas crônicas, que considera “um exercício fundamental para o romancista”. Uma coletânea de textos admiráveis onde conta sua vivência no campo e em cidades importantes, locais em que exerceu e exerce sua múltipla atividade este homem capaz de afirmar: “para mim, o sentido da vida é acordar a cada manhã sorrindo e cheio de planos”. Não vou antecipar aqui o prazer do leitor em seguir a vida e a missão de Alcy Cheuiche, pois esta minha pequena nota de apresentação tem apenas o objetivo de convidar o leitor a penetrar num enorme campo de atrações e sugerir o mergulho numa rede múltipla de interesses e abordagens, como tem sido a vida deste notável escritor, que se integra na constelação dos melhores da moderna literatura brasileira. (Walter Galvani, jornalista e escritor na orelha do livro)

 

 

Alcy Cheuiche no Galpão Crioulo da Semana Farroupilha

Neste domingo o Galpão Crioulo mostra o programa gravado no Acampamento Farroupilha de Porto Alegre. A Semana Farroupilha é considerada uma das maiores festas tradicionais do nosso estado. A cidade temática do Acampamento Farroupilha de Porto Alegre é montada em 65 hectares do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, de 07 até 20 de setembro. Conta com 370 piquetes e quase 100 pontos comerciais que vendem alimentos, bazar, roupas e artesanato. Tendo uma intensa programação cultural repleta de shows, bailes, tertúlias, apresentações teatrais, de dança, além das provas campeiras, possui uma estrutura de quase 2 mil pessoas trabalhando para atender ao público, previsto para um milhão de visitantes. O programa gravado em frente ao Galpão da RBS, tem a participação dos Cavaleiros da Paz, do patrono Alcy Cheuiche declamando poesia, Daniel Torres, Elton Saldanha, do escultor Caé Braga e da Escola Municipal de Educação Infantil Granjinha de Cachoeirinha.

Assista o programa no link: Galpão Crioulo

 

As Cores da Bandeira Rio-Grandense

  Eleito patrono dos Festejos Farroupilhas de 2011, uma das primeiras perguntas que a imprensa me fez foi: O que o senhor pretende fazer durante as comemorações? Pregar idéias, respondi. A primeira delas sobre o verdadeiro significado da Guerra dos Farrapos. Leia mais...

Alcy Cheuiche autografa seu livro no Acampamento farroupilha

O escritor e Patrono da Semana Farroupilha, Alcy Cheuiche, autografou seu livro "Com sabor de terra", neste sábado, dia 17/09, no Galpão Central do Acampamento Farroupilha.  Alcy recebeu muitos amigos e leitores que foram prestigiar o lançamento. O evento propiciou o encontro de dois ex-patronos da Feira do Livro: Cheuiche e Walter Galvani.
Os médicos veterinários, Luis Alberto Ribeiro,
Norma Centeno e Maria Angélica Zolin foram
prestigiar o colega Alcy.

REGIONALISMO – por Dorotéo Fagundes de Abreu

Festejamos a Semana da Pátria, dessa Pátria de todos e históricamente
saqueada por poucos. E vejam que na hora da peleia não lemos nas listas
dos guerreiros os que dela se nutrem privilegiadamente e ainda constatamos
grande descaso aos que verdadeiramente lhes entregaram a vida á defende-la.

Foi assim que aconteceu ao herói que os CAVALEIROS FARROUPILHAS
homenagearam em sua 19ª CAVALGADA, que partiu dia 8 de Rosário
do Sul e chegou dia 11 de setembro na cidade do Alegrete, em memória
aos 240 anos do  Marechal José de Abreu.

José de Abreu nasceu em 1770, num rancho postado na localidade de
Povo Novo, num deserto entre Pelotas e Rio Grande e de lá saiu para a
glória de uma vida construída de baixo da fumaça das guerras.
Certamente foi o gaúcho peleador mais autêntico da história,
comandando soldados, como ele, destemido, certeiro e honrado,
fez tremer as bases do inimigo onde se encontravam.

Foi Barão do Cerro Largo e fundador de fato do Alegrete, acolhendo
os refugiados da Capela Queimada – queimada pelos índios e espanhóis,
quando o então Tenente Coronel determinou o local e a construção
das primeiras casas da cidade que pariu tanta gente boa e ilustre.              

Então cabe perguntar, porque sua história é tão esquecida? Será que
é para não lembrar do desastrado Barbacena que lhe roubou a vida
em ordenar fogo nos próprios companheiros? Bueno se é por isso que
nosso Exército pouco lhe aclama, mais uma vez comete a
injustiça, pois oculta a história real da morte do General Abreu,
e consequentemente sua vida, seu brilho, seu sucesso, sua obra,
para passar em brando a página ingrata de Ituzaigo, ignorando toda
a sua glória protegendo um incopetente.

Que bom que os Cavaleiros Farroupilhas foram ao Alegrete e levaram
a Rádio Gaúcha para de lá saudar o velho e bravo Marechal mesmo
tendo acanhado apoio das autoridades do Alegrete que não tem culpa,
pelo menos ficou a promessa do Prefeito Erasmo, (ao pedido dos Cavaleiros
Farroupilhas e dos descendentes de José Abreu, em reunião no salão de festa
da Hípica José de Abreu do 6ºRCB), de erguer uma Praça em seu nome,
que assim seja, para que jamais morra a memória de um valente que
fez brilhar em sua farda de Marechal o ouro do sol bordado que só um
Anjo da Vitória
poderia ter.

Para pensar: Que a recompensa da Pátria aos seus mais ilustres servidores seja digna,
como a vida de seus legítimos heróis.   

 

Cheuiche é o patrono da Semana Farroupilha
Correio do Povo Nº 344 - PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 9 DE SETEMBRO DE 20111

O homenageado deste ano no Acampamento Farroupilha é o escritor Alcy Cheuiche. Ele foi escolhido por unanimidade pela comissão estadual dos festejos para ser patrono da Semana Farroupilha 2011. Reverenciado escritor, Cheuiche é ganhador do prêmio literário Ilha de Laytano com seu conhecido romance histórico "A Guerra dos Farrapos". Como cronista, além do livro "O Planeta Azul", é coautor de "A Cidade de Perfil", vencedor do Prêmio Açorianos. Seu mais recente livro de crônicas é "Na Garupa de Chronos", publicado em novembro de 2000, e ganhador do Prêmio Açorianos 2001. Em 2005, Cheuiche recebeu a Medalha Oswaldo Aranha da Prefeitura Municipal de Alegrete. O autor é, ainda, membro vitalício da Academia Rio-Grandense de Letras e sócio-fundador da Associação Gaúcha de Escritores.

Emocionado, o patrono classificou a homenagem como um reconhecimento ao seu trabalho. "Fiquei muito feliz porque fui escolhido pelo meu trabalho de escritor, porque sempre me preocupei em contar as histórias do Rio Grande. Acho que a homenagem se deve a isso", salienta. Sobre a grandiosidade do evento, Cheuiche enfatiza a sua importância por difundir a cultura gaúcha. Segundo ele, é preciso que as pessoas saibam o que estão cultuando e as atividades no Acampamento Farroupilha são uma forma de informá-las e também de valorizar a história do Rio Grande do Sul. O patrono garantiu presença na extensa agenda prevista até o dia 20.

Para o presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Erival Bertolini, a escolha é uma homenagem ao contador das histórias da cultura gaúcha. "Nada mais justo do que reverenciar um escritor como Cheuiche, que ajuda a difundir o Estado por meio dos seus livros."