LANÇAMENTOS

 
 

JOÃO CÂNDIDO, O ALMIRANTE NEGRO
Em 22 de novembro de 1910, tiros de canhões sacudiram a cidade do Rio de Janeiro. Estilhaços de vidraças espatifaram-se no chão. Habitués da Avenida Central correram apavorados em direções diferentes. Um automóvel desgovernado subiu na calçada. Ouviu-se ruído de ferro contra ferro. Era o início da "Revolta da Chibata", extraordinário acontecimento político e social que agora, cem anos depois, Alcy Cheuiche narra em João Cândido, o almirante negro. O personagem que dá nome ao livro foi o líder deste movimento, um marinheiro negro que nasceu filho de escravos, em 1880, e morreu como pária, em 1969, no auge da repressão da ditadura militar. Aqui, Alcy Cheuiche dedica sua obra a todos que ajudaram a tirar o Almirante Negro da sua última masmorra, o esquecimento.

"À presença de fatos como este, só o que sinto no mais íntimo da minha alma é a miséria da linguagem humana, esgotada, gasta, já sem serventia para servir de látego sobre a cabeça de criminosos desta categoria e desta monstruosidade." Escreveu Rui Barbosa sobre o assassinato de marinheiros, prostitutas, marginais e trabalhadores após a "Revolta da Chibata".
 


Um menino que, desde pequeno, faz peixes e cachorros falarem, assustando a vizinhança, se tornou um ventríloquo famoso, proporcionando a existência de João Boneco e Chiquinha, dois atores conversadores muito queridos das crianças, que lotam o Theatro São Pedro, em Porto Alegre, em um espetáculo inesquecível.
 

Informações: www.libretos.com.br
 

  Livro ilustrado, do escritor Alcy Cheuiche, que marca seu primeiro trabalho voltado para o público infantil. Trata-se da aventura da Caturrita Darling que é levada para os Estados Unidos e retorna ao Brasil cheia de idéias: quer transformar os pássaros que encontra em empreendedores. O livro faz uma divertida reflexão sobre a necessidade de preservar a natureza e conservar os costumes regionais. É uma lição de ecologia e conta sobre a vida e os hábitos do passaredo que habita o Pampa gaúcho. Colorido, impresso sobre papel reciclado.

Ilustrações: Jussara Heberle
Design: Clô Barcellos
Informações: www.libretos.com.br
O "brasileiro voador", como Santos Dumont (1873-1932) era conhecido em Paris, desde muito cedo acalentara o desejo de dar ao homem a capacidade de voar. Fã de Júlio Verne desde a infância, dedicou-se com afinco ao desenvolvimento de uma tecnologia que tornasse seu sonho possível. Arriscou a própria vida inúmeras vezes até fazer o 14-Bis erguer-se a dois metros de altura – sob os olhares incrédulos da população parisiense em 1906 – e desenvolver o Demoiselle, o primeiro avião a voar com segurança a mil metros de altitude e a cem quilômetros por hora. Sua paixão pela ciência fez com que partilhasse o resultado de suas experiências com amigos, colegas e a imprensa, sem no entanto registrar qualquer de seus inventos.